EUA x Bélgica
O maior espetáculo da Terra está cada vez mais próximo. E, no Canadá, México e nos Estados Unidos, promete ser maior, mais ousado e melhor do que nunca. O que mais se poderia esperar dos showmen norte-americanos?
Um dos anfitriões da Copa do Mundo de 2026, os Estados Unidos de Mauricio Pochettino entram em campo neste fim de semana, quando os Diabos Vermelhos da Europa viajam até Atlanta, Geórgia, para um confronto no sábado. A Bélgica de Rudi Garcia, que por muito tempo liderou o ranking da FIFA, caiu para a nona posição, apenas seis lugares acima dos norte-americanos.
Assim, este amistoso internacional promete ser um confronto fascinante — uma oportunidade para os jogadores impressionarem, para os técnicos ajustarem táticas e formações, e para os torcedores nos Estados Unidos terem um vislumbre do que está por vir em junho.
Pontos de destaque
A intenção ofensiva dos EUA
Como treinador do Espanyol, do Tottenham Hotspur e do Chelsea, Pochettino sempre gostou que suas equipes jogassem de forma ofensiva, pressionando os adversários e entretendo os torcedores. E, como técnico dos EUA, ele mantém a mesma filosofia e conta com jogadores capazes de executá-la em campo.

Um de seus jogadores mais empolgantes, o ala do Fulham, Antonee Robinson, de 28 anos, teve uma temporada marcada por lesões. No entanto, ele está novamente em forma e pronto para brilhar, devendo protagonizar momentos de destaque neste amistoso internacional de 2026 pelos Estados Unidos. Jogador de características ofensivas, pode atuar como parte de uma linha defensiva ao lado de seu ex-companheiro Tim Ream ou em uma função mais avançada. Robinson se tornou um dos laterais mais produtivos da Premier League nas últimas temporadas.
O meio-campista do Bayer Leverkusen, Malik Tillman, e a estrela da Juventus, Weston McKennie, são jogadores que gostam de apoiar o ataque. E é justamente no setor ofensivo que os EUA têm sua principal força, liderados pelo capitão Christian Pulisic. O jogador do Milan soma 32 gols em 82 partidas internacionais e contará com o apoio de Brendan Aaronson, do Leeds United. Além disso, o atacante de 23 anos do PSV Eindhoven, Ricardo Pepi, e Folarin Balogun, do Monaco, também brigam por uma vaga entre os titulares.
Garcia pode transformar a Bélgica em vencedora?
A chamada “Geração de Ouro” dos Diabos Vermelhos está rapidamente se tornando coisa do passado. O grupo mais talentoso a vestir a famosa camisa vermelha foi considerado o melhor do mundo, mas não conquistou títulos — e agora uma nova geração tem sua oportunidade.
Garcia, ex-treinador de Roma, Marseille e Lyon, assumiu o comando da Bélgica em janeiro de 2025, após a saída de Domenico Tedesco, com contrato até o fim da Copa do Mundo. No entanto, caso a equipe tenha bom desempenho no verão, essa história pode não terminar aí.
Desde que assumiu, Garcia conduziu a Bélgica por um complicado playoff de promoção/rebaixamento da Liga das Nações contra a Ucrânia, e os resultados vêm melhorando gradualmente. Ele prefere um estilo de jogo ofensivo e baseado na posse de bola, com forte espírito coletivo — algo que pode extrair o melhor desta nova geração.
Entre os veteranos, o craque do Napoli, Kevin De Bruyne, recentemente fez sua primeira aparição desde outubro na vitória por 2 a 1 sobre o Torino, e certamente aumentará sua marca de 115 jogos pela seleção. Já o goleiro Thibaut Courtois está lesionado, enquanto o atacante Romelu Lukaku não participará dos amistosos, buscando recuperar sua melhor forma física.
Assim, o goleiro do Nottingham Forest, Matz Sels, assume como última linha de defesa. Mas, assim como os EUA, a força da Bélgica está no ataque, com Jeremy Doku, do Manchester City, sendo o principal destaque. Além disso, Loïs Openda e Charles De Ketelaere também buscam impressionar.
Duas das favoritas ao título, Brasil e França, se enfrentam, enquanto Inglaterra, Espanha e Alemanha também entram em campo em amistosos. No entanto, as últimas odds para os amistosos internacionais de 2026 indicam que nem Bélgica nem EUA devem chegar às quartas de final da Copa do Mundo — embora os Diabos Vermelhos possam chegar perto.
É hora de mostrar serviço.
Histórico
Este verão marcará a 12ª participação dos Estados Unidos em Copas do Mundo, com sua melhor campanha em 1930, quando chegaram às semifinais. Além disso, os EUA já venceram a Copa Ouro da CONCACAF sete vezes.
Já a Bélgica fará sua 15ª participação, tendo alcançado as semifinais mais recentemente em 2018, no auge de sua Geração de Ouro. O mais próximo que chegou de um título foi o vice-campeonato da Eurocopa em 1980.
A Bélgica venceu três dos quatro confrontos anteriores contra os EUA, com a única derrota ocorrendo na Copa do Mundo de 1930.
Os EUA venceram quatro, perderam um e empataram um de seus últimos jogos, enquanto a Bélgica venceu quatro e empatou dois.
Dica de aposta
Com os EUA cotados a 2,75 e a Bélgica como leve favorita com odds de 2,25, este promete ser um duelo equilibrado, com o empate (3,50) também sendo uma possibilidade real. Ainda assim, a expectativa é de gols, com dois ataques talentosos em evidência.
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